Associação “salva” tatuagem após morte

Associação “salva” tatuagem após morte

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A Associação Nacional de Conservação de Arte na Pele (NAPSA, na sigla em inglês) retira a parte da pele tatuada do cadáver do associado, submete-a a um tratamento químico, enquadra e envia para a família. O nome do serviço é sugestivo: Save My Ink (Salve Minha Tatuagem). Dá uma olhada no site e na página do facebook.

Mesmo sendo considerado meio macabro o projeto vem fazendo sucesso, diz já ter preservado 21 tatuagens e tem um artigo escrito por Johnny Depp como inspiração. Charles Hamm, fundador da associação justifica o projeto: “Você nunca iria queimar um Picasso ou qualquer obra de arte em que investiu e amava. Sua tatuagem também é uma arte com história única, só que em uma tela diferente.

Funciona assim: O associado precisa optar pelo serviço enquanto estiver vivo (não é possível a família decidir após a morte), paga uma taxa de adesão de US$ 115 (aproximamente R$ 466, pelo câmbio de hoje – 24/9) e mais uma anuidade de US$ 60 (R$ 243) e recebe um certificado atestando que a arte em seu corpo durará para sempre. Para garantir o cumprimento do que foi contrato a família precisa informar a morte do associado à NAPSA em até 18h. A retirada da tattoo e conservação é feita na funerária que prepará o corpo para os ritos fúnebres.

Apenas um senão: o serviço não cobre tattoos no rosto e em partes íntimas.

(foto: reprodução/savemyink.com)

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(foto: reprodução/facebook)

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